A IA ficou mais poderosa e essencial na prática​

By GoTo

ago 25, 2026 | Sem categoria | 0 comments

"
A IA ficou mais poderosa e essencial na prática​

Em 2024, o debate sobre IA ainda girava em torno de uma questão: adotar ou não a tecnologia. Essa dúvida já foi superada. Nossa pesquisa Pulse of Work, que ouviu 2.500 funcionários e líderes de TI em 10 países, mostrou que 98% dos líderes de TI afirmam que suas empresas já utilizam IA.

A questão mais difícil agora é: o que vem depois? Como transformar a IA em um ativo, e não em um risco para o negócio? A pesquisa mostra que 70% dos funcionários estão usando IA de maneira inadequada, enquanto 91% dos líderes de TI temem que a tecnologia possa cometer um erro crítico para suas empresas. É um risco significativo.

Na GoTo, trabalhamos para enfrentar esse desafio antes mesmo de ele ganhar destaque. Foi por isso que desenvolvemos nossos cinco pilares da IA na prática: princípios que orientam nossas decisões sobre IA, tanto em nossos produtos quanto dentro da própria empresa. Não apenas recomendamos essa filosofia. Nós a colocamos em prática.

Veja como cada um desses pilares se aplica hoje à GoTo:

Pilar 1: a IA deve gerar impacto para o negócio

IA não deve ser adotada apenas porque está em alta. Ela precisa resolver problemas concretos e gerar resultados mensuráveis. Ainda assim, 21% dos líderes de TI dizem que suas empresas adotam IA simplesmente porque acreditam que deveriam fazê-lo.

Para as PMEs, essa lógica é ainda mais importante: a tecnologia precisa ajudar a conquistar clientes, melhorar o atendimento ou aumentar a produtividade. O ponto de partida deve ser o problema do negócio, não a tecnologia.

Um exemplo é a Cia. Paulista de Crédito, que projetou um aumento de 20% na receita em 2024 e utilizou GoTo Connect como parte de sua estratégia de crescimento. O caso mostra como uma solução de comunicação pode estar diretamente ligada a objetivos de negócio.

Pilar 2: a IA deve estar presente de forma natural

A IA deve estar integrada ao fluxo de trabalho, aparecendo no momento certo sem exigir mudanças de comportamento ou configurações complexas.

Essa lógica aparece em soluções tradicionais de comunicação. No Grupo Vidas Saúde, por exemplo, a tecnologia ajudou a reduzir o abandono de ligações de 14% para 4% e o tempo médio de espera de 40 para 22 segundos. O resultado vem da integração da tecnologia a uma necessidade real da operação.

Pilar 3: a IA deve ampliar a capacidade de decisão humana

A autonomia da IA precisa ser conquistada gradualmente. No início, ela trabalha ao lado das pessoas, analisando informações e fazendo recomendações. Conforme os resultados são comprovados, pode assumir mais responsabilidades.

Essa lógica está presente na Recepcionista IA do GoTo Connect. O objetivo é ampliar a capacidade humana, mantendo o controle quando necessário.

Pilar 4: a IA precisa ser segura e governada para gerar confiança

Uma IA confiável depende de transparência, controle e limites claros. Menos de 44% das organizações possuem uma política formal de IA, enquanto 83% dos funcionários temem ser responsabilizados por erros cometidos com a tecnologia.

Por isso, as empresas precisam definir o que a IA pode fazer, quando precisa de aprovação humana e como suas ações serão monitoradas. Segurança e governança não devem ser obstáculos à inovação, mas a base para avançar com confiança.

Pilar 5: a IA deve ser adaptada ao negócio

Não existe uma única forma de implementar IA. Pequenas equipes precisam de soluções simples e prontas para uso; as médias podem demandar personalização; e as grandes organizações podem precisar de integrações mais complexas e orquestração de agentes.

Para o usuário final, porém, a experiência deve ser simples. A complexidade deve estar na infraestrutura, enquanto a tecnologia precisa ser fácil de usar na ponta.

case da Benner ilustra esse princípio: com o GoTo Connect, a empresa aumentou em 90% a disponibilidade de atendimento e reduziu os custos operacionais em mais de 35%. A tecnologia é mais relevante quando se adapta às necessidades da operação e produz resultados concretos.

O resultado: Inteligência Orquestrada

Quando esses cinco princípios trabalham juntos, a IA deixa de ser apenas um conjunto de funcionalidades e passa a fazer parte da forma como a organização opera. É o que chamamos de Inteligência Orquestrada: uma IA implementada com propósito, integrada aos fluxos de trabalho, capaz de potencializar as pessoas e, ao mesmo tempo, governada para reduzir riscos.

Na GoTo, esses princípios também orientam nossas equipes de engenharia e operações, desde o desenvolvimento de produtos até a gestão da infraestrutura e a governança interna da IA. A vantagem não está simplesmente em ter acesso à IA, mas em saber como colocá-la para trabalhar de forma prática e responsável.

Posts relacionados

Comentários

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Social Share Buttons and Icons powered by Ultimatelysocial
Facebook
LinkedIn
Instagram